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14 de fevereiro de 2017

Estênio que ama Ismália

Quando Estênio enlouqueceu,
Foi ao boteco beber...
Viu sua mente no céu,
Viu o seu corpo no bar.

Na trama em que se perdeu,
Banhou-se todo em mulher...
Queria torresmo comer,
Talvez apostar no bilhar...

E, no desvario seu,
Um mantra ouviu ressoar...
Tirou da cabeça o chapéu,
A mente pôs-se a sonhar...

E como um anjo abriu
Dois braços para abraçar...
Ismália que apareceu,
Casada com o dono do bar...

Os braços que ele abriu
Dois tiros tomaram: Pá! Pá!
A mente subiu ao céu,
O corpo caiu no bar...